Anais do Evento
Energia
PROPORÇÕES DE MADEIRA E CASCA ORIUNDAS DE PASTAGENS NA AMAZÔNIA: IMPACTO NAS CARACTERÍSTICAS ENERGÉTICAS DA BIOMASSABeatriz A. N. Simão1, Erleide P. S. Veríssimo1, Amanda S. Ferreira2, Maria J. C. Santos2, Rafael R. de Melo3, Adriano R. P. Mascarenhas2
1Universidade Federal de Rondônia (UNIR)/ Departamento Acadêmico de Engenharia Florestal (DAEF)/Laboratório de Recuperação de Ecossistemas e Produção Florestal (ReProFlor), 2Universidade Federal de Rondônia (UNIR)/ Departamento Acadêmico de Engenharia Florestal (DAEF)/Grupo de Pesquisa em Engenharia de Materiais Lignocelulósicos (GPEMLIG), 3Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) Centro de Ciências Agrárias/ Departamento de Ciências Agronômicas e Florestais (CCA/DCAF)
E-mail: adriano.mascarenhas@unir.br
Características da biomassa afetam seu rendimento energético. Caracterizou-se, com a densidade básica (ρb); umidade em base seca e úmida (UBS e UBU); poder calorífico superior, inferior e líquido (PCS, PCI e PCL); materiais voláteis (MV); carbono fixo (CF); cinzas (CZ); oxigênio (O); hidrogênio (H); carbono (C); densidade energética (DE); e energia para evaporação da água (Eea), proporções de madeira e casca (%M /%C): 30M/70C; 60M/40C; 90M/10C; 100M; e 100C. ρb variou de 403 até 682 kg/m³. UBS e UBU variaram entre 17,31% e 23,72% e 21,06% a 32,34%, respectivamente. MV variou entre 73% e 79,5%, CF entre 20,2% e 24,5% e CZ entre 0,4% e 2,4%. C variou entre 48,86% e 49,23%, H entre 5,80% e 5,97% e O entre 42,23% e 43,92%. PCS, PCI e PCL variaram entre 13,3 e 20,1 MJ/kg. A DE foi de 7534,60 até 13313,35 MJ/m³ e Eea de 0,44 até 16,08 GJ/m³.
Palavras-chave: Biomassa lignocelulósica, Poder calorífico, Energia renovável.
Agradecimentos: À UNIR pelos recursos dos Editais n°001 e n°003/DPESQ/PROPESQ/UNIR e à FAPERO pelos recursos concedidos por meio do Edital n°11/2023/FAPERO-DITT e Chamada Pública n°005/2023 - FAPERO/DITT.

